Desafio
A marca existia há oito anos sem nunca ter passado por uma revisão formal de identidade. O que surgiu como solução provisória foi ficando, acumulando camadas e perdendo coerência a cada novo canal que entrava em operação. A pergunta não era como deixar mais bonito. Era como devolver unidade a algo que havia crescido sem direção, sem que isso apagasse a história que a empresa tinha construído até ali.
Solução
O processo começou por trás das peças, ouvindo as pessoas que faziam a marca acontecer no dia a dia, mapeando onde ela aparecia e onde sumia, entendendo o que havia de verdadeiro naquilo que tinha sobrado. A partir daí, foi construído um sistema visual que preservava o que funcionava e dava estrutura ao que estava solto: tipografia, cor, tom de voz e uma lógica de aplicação que qualquer pessoa da equipe conseguia seguir sem depender de um designer a cada post.
Desfecho
A nova identidade entrou em produção seis semanas após o início do projeto. O que mais apareceu nos retornos não foi "ficou mais bonito". Foi "agora parece que é tudo da mesma empresa". A equipe de comunicação passou a produzir com mais autonomia e menos retrabalho. Para a marca, a mudança mais importante foi interna: finalmente havia uma linguagem compartilhada sobre quem ela era e como deveria aparecer no mundo.